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Entrevistamos Fabrício Pastor.

Cinofilia-BR   A p a i x o n a d o s   p o r   c ã e s

Quem| Fabrício Pastor
Onde| Equador
Porque| Um árbitro com um tipo de julgamento sublime e bastante coesão dando sentido perceptível em suas decisões.

 

E N T R E V I S T A

 

Cinofilia-BR – Confesso que esta é a entrevista que sempre quis fazer, e hoje eu vou realiza-la.

Fabrício Pastor – Sinto-me muito lisonjeado por ser entrevistado por você.

Cinofilia-BR – Conte-nos como tudo começou? Quando surgiu o interesse em ser do meio cinófilo?

Fabrício Pastor – Desde muito pequeno estive em contato com cães de raça minha avó criava cachorros, me presentou minha primeira cadela pastor alemão que teve só uma ninhada; tinha 9 ou 10 anos de idade. Depois tive poodles, Cocker spaniels e um dobermann. Devido aos mês estudos me distanciei dos cachorros. Ao culminar minha carreira de publicitário na Colômbia, retomei com a raça Shapei, depois Coker Spamiel americano (não consegui criar), Basenji e Papillon.

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Cinofilia-BR – Como era as exposições no seu inicio de carreira ai no Equador? Trace um panorama até os dias de hoje da cinofilia em seu país, e o que nós aqui no Brasil deveríamos melhorar?

Fabrício PastorComecei realmente em exposições na Colômbia. Meu primeiro evento foi na cidade de Buga, Colômbia. Meus amigos colombianos me ensinaram a arte da criação de raça pura com registro e a arte de exibi-los também. Ao voltar ao Equador as coisas mudaram, ninguém me conhecia, tive que começar a fazer novos amigos e trocar conhecimento. A cinofilia no Equador é pequena, aprendemos com os países que têm mais experiência. Por isso, sempre tenho exibido meus cachorros dentro e fora do território equatoriano. A cinofilia equatoriana vai caminhando bem temos criadores e expositores que demonstram estar trabalhando e selecionando com consciência, tendo em vista melhorar e aprender sempre. O Brasil tem uma cinofila muito boa, talvez fazer mais exposições, porque quando comecei a julgar no Brasil avim 6 exposições no fim de semana.

Cinofilia-BR – A cinofilia do NE do Brasil evoluiu Fabrício ? No sentido amplo.

Fabrício Pastor – Agradeço muito à cinofilia brasileira. Abriram-me suas porta e sempre me sinto em casa… como mais um brasileira! A cinofilia brasileira tem um nível muito bom tanto de criadores como expositores os clubes muito bem organizados com excelente pessoal de trabalho, assistentes de pistas muito bem preparados. Compartilhei pistas com juízes brasileiros muito abertos a ensinar e colaborar também conta com fotógrafos profissionais que brindam seu serviço em cada evento que assisti.

Cinofilia-BR – Como é a cinofilia ai no Equador?

Fabrício PastorTemos bons momentos, já realizamos 2 Américas e Caribe; se aproxima MUNDIAL em 2017.

Cinofilia-BR – Já o vi julgando mais de uma vez, e sempre fui surpreendido com seus apontamentos diante dos BIS sempre uma surpresa e nunca em concordância com os demais juízes. Porquê?

Fabrício Pastor – Eu jugo minha pista e me concentro nos cachorros que seleciono, mas não nos resultados dos meus colegas. O Brasil tem muitos exemplares pra serem ganhadores, às vezes fico com vontade de dar um mesmo primeiro lugar a 2 ou 3 exemplares.

Cinofilia-BR – O Sr. Possui algum cargo cinófilo? Qual, nos conte suas experiências nesse âmbito?

Fabrício Pastor – Fui diretor técnico em diferentes perspectivas de (La Asociacion Canina Del Guayas), agora tenho cargo de primeiro “vocal”. Esta experiência tem ampliaddo meus conhecimentos ao estar em contato semelhante com exemplares de diferentes raças por vários anos. Na AERCAN (asociacion ecuatoriana de registros caninos ) atualmente sou o diretor de relações internacionais.

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Cinofilia – Já realizou todos os seus sonhos na cinofilia? Tem Algum que ainda não conseguiu realizar?

Fabrício Pastor – Eu gosto de sonhar e vivo meus sonhos cada dia além de ter o dom de fazê-los realidade. Ser juiz canino foi mais que um sonho sempre foi uma meta que me fiz cumprir quando completasse os 40 anos (consegui 2 anos antes) que mesmo que não cream foi difícil de conseguir. Um dos meus sonhos também é abrir um clube canino na praia. Sempre tenho desejado que as coisas cheguem por si sós, por pressuposto trabalhando duro mais NÃO comprando SONHOS! Sempre tenho dito o que é para alguém com o tempo vai chegando…

Cinofilia-BR – Um julgamento que nunca irá esquecer e por que?

Fabrício Pastor – Uma vez um grande amigo um juiz canino NÃO aceitasse exposições pequenas… nunca lhe fiz caso.

Cinofilia-BR – Já Julgou em outros países? Nos conte suas experiências fora do seu território?

Fabrício Pastor – Comecei julgando fora do meu território, Venezuela na cidade de Barquisimeto foi minha primeira experiência. Até a data levou mais de 75 exposições, visitei e julguei 22 vezes no Brasil, 9 vezes no Equador, 7 na Colômbia, 5 vezes no Peru, 3 Vezes no Chile, 2 vezes na Austrália, 2 vezes na Venezuela, México, El Salvador, Costa Rica, Argentina, Bolívia, Nova Zelândia e Malásia, especializadas e as primeiras nacionais da raça Sharpei na Argentina. Em todos os países senti muito calor humano e muito amor aos animais.

Cinofilia-BR – Conte-nos um momento marcante em sua carreira como Cinófila?

Fabrício Pastor – Receber minha licença de toas as raças marcou minha carreira cinófilo, é uma grande responsabilidade ser embaixador do Equador levar minha bandeira em todos os pises onde tenho sido representante da minha pátria. Traduzir meu nome e do Equador, fazer-lhes conhecer que temos cinofilia.

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Cinofilia-BR – O que você gosta na cinofilia e o que não gosta na cinofilia?

Fabrício Pastor – Muita boa pergunta… gosto muito de compartilhar bons momentos com pessoas agradáveis de desinteressadas. Gosto de julgar exemplares de excelente qualidade, me encontrar com criadores e proprietários exibindo seus próprios cachorros me dá muita alegria. Não gosto das fofocas nem do “disse me disse” de certas pessoas que tratam de escurecer o ambiente cinófilo.

Cinofilia-BR – Quais suas principais conquistas em cinófila?

Fabrício Pastor – Uma das minha maiores satisfações foi ganhar a Honra ao Mérito numa nacional de Sharpei no EUA… Também ser campeão com meus exemplares fora do território equatoriano, ganhar grupo e bis com exemplares de minha criação.

Cinofilia-BR – Vi em seu visit card que és criador das seguintes raças: Shar Pei – Basenji – Papillon – Qual sua visão como criador, e como árbitro sobre essas raças aqui em nosso pais. O que ainda precisamos melhorar?

Fabrício Pastor –  Tive a oportunidade de julgar Sharpeis no Brasil e pude encontrar exemplares magníficos, também da raça Basenji e pela primeira vez um formoso Papillon. Os criadores desdás raças no Brasil estão fazendo um excelente trabalho.

Cinofilia-BR – Gostaria de agradecer por sua atenção com o nosso meio de comunicação. Obrigado.

Fabrício Pastor – Meus agradecimentos a você querido amigo pela sua entrevista.

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